CLORETO DE MAGNÉSIO E O MUNDO ESTRESSADO

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CLORETO DE MAGNÉSIO E O MUNDO ESTRESSADO

O cloreto de magnésio mudou minha vida. Sou o Tom Lopes. Um ex-advogado estressado de São Paulo. Mudei radicalmente de vida e logo te conto o que eu fiz para isso acontecer. Mas, antes quero contar como eu encontrei o cloreto de magnésio.

Quando morava em São Paulo eu sabia que precisava de atividade física para conseguir suportar meu dia-a-dia. Foi, então, que me matriculei numa academia de musculação. Decidi acordar mais cedo e fazer as atividades físicas antes do trabalho. Eu acordava 5:00 para chegar à academia 5:30. Somente assim não me atrasaria. Depois de 2 anos eu sentia meus músculos mais fortes, porém ainda me faltava disposição, vigor e energia.

O escritório ainda exigia muito de mim e meu ofício de advogado sugava minhas energias. Um dia, um amigo me convidou para fazer uma aula de boxe. Hum, achei que seria interessante fazer mais um esporte. Mas, não pensei que minha vida ficaria mais ainda de cabeça para baixo.

Lá estava eu na academia, fazendo boxe, vivendo na vida agitada de São Paulo e um dia algo aconteceu. Era final de ano de 2014 e comecei a sentir fortes câimbras na perna esquerda e um dedo da mão direita começou a travar (em forma de gatilho). Aquilo me deixou intrigado. Como assim? Que será isso? Preferi não dar atenção para aquilo e continuei seguindo minha vida. Até que 2 meses depois uma dor súbita tomou conta do meu braço esquerdo. O negócio evoluiu tão rápido que fiquei assustado. Eu digitava muito no computador, por conta das petições e pensei que tinha a ver com horas de digitação. Além das dores musculares o meu intestino também havia parado. Há dias eu não evacuava e fiquei sem entender o que estava acontecendo.

Foi num sábado que depois de uma dor aguda e forte eu ajoelhei e pedi para Deus me ajudar. Eu não suportava mais aquela dor horrível e infernal. Fui para o Pronto Socorro. O médico plantonista disse que só poderia me receitar um remédio de urgência para aliviar a dor, pois teria que procurar um neurologista. Lá fui eu para uma boa agulhada e fiquei horas tomando soro com remédios próximos da morfina.

Ao voltar para casa me senti mais aliviado, mas no dia seguinte tudo voltara novamente. Só me restava mesmo a consulta com o neurologista. Marquei a tal consulta e o médico disse:

– Tudo indica que está com uma hérnia na cervical. Vamos fazer uma ressonância magnética para investigar sua situação.

Não pensei duas vezes, já marquei a ressonância e corri para o laboratório. Deitar havia se tornado os piores pesadelos da minha vida. Eu não conseguia deitar, sentar, dirigir. Toda posição me fazia sentir dores. Mas, deitar parecia pior.

Deitei na mesa e percorri o túnel da máquina com o olhar. Por uns 30 minutos fiquei ali ouvindo aquele barulho infernal no meu ouvido, mas tudo que eu queria era uma solução. Tudo terminado segui para casa. Já não conseguia mais digitar e tive que cancelar meus agendamentos e meus clientes.

Aquilo parecia algo surreal. Como assim? De onde vinha tanta dor? Gelo, não passava. Calor, também não passava. Nenhum remédio surtia efeito. De posse do resultado da ressonância fui ao médico e sentei diante daquele profissional experiente.

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–Sr. Tom – Disse o médico. – Sua ressonância me revelou 3 hérnias de disco na cervical. O  seu caso é cirúrgico. Não temos muito o que fazer, mas vou lhe receitar esse remédio para sentir mais alivio.

-Muito obrigado Dr. Vou pensar no assunto dessa cirurgia – Apertei sua mão e saí do consultório.

Pensei logo, eu não vou operar mesmo. Preciso encontrar uma outra solução. Foi quando uma luz surgiu no final do túnel. Eu lembrei-me de uma fisioterapeuta que há alguns anos havia comentado comigo para eu tomar cápsulas de cloreto de magnésio, para os problemas de coluna. Naquela ocasião eu nem sabia o que era aquilo e não dei nem muita atenção. Mas, ela havia me dito que seu marido havia curado sua coluna com cloreto de magnésio.

Fui correndo para a farmácia e comprei o tão falado CLORETO DE MAGNÉSIO P.A. (para análise).

– Moço você tem o cloreto de magnésio? – Perguntei ao atendente. Parecia que eu estava indo comprar algo clandestino.

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–Tenho algumas marcas – disse ele. Qual você quer?

Olhei para os envelopes e acabei escolhendo um.

– Como usa isso? – Perguntei a ele.

–Você deve misturar esse sachê de 33 gramas em 1 litro de água filtrada, colocar num vidro e guardar na geladeira. Depois deverá tomar 1 xícara de café (uns 45 ml) antes do café da manhã- Me falou o atendente.

– Está bem – respondi.

Fui para casa com o tal envelope e coloquei toda minha fé nele. A dor era tão grande que eu precisava acreditar nisso. Comprei um litro de suco de laranja e usei a garrafa para colocar o conteúdo dissolvido do cloreto de magnésio. Despejei no vidro, balancei e já tomei a primeira xícara. O gosto era muito ruim, mas eu encarei o amargor.

Cor branca, cristais pequenos ou grandes e sabor amargo após dissolvido em água. Assim é o cloreto de magnésio.

Começava uma nova vida

Aquela noite continuou sendo mais uma noite. Eu não dormi nada e no café tomei mais uma xícara de café de cloreto de magnésio. Sabe de uma coisa, eu estava com tanta dor que decidi tomar 3 xícaras todos os dias (café, almoço e jantar). O gosto do líquido era amargo e achei horrível. Tampei o nariz e engoli de uma só vez. Logo em seguida tomei um meio copo de água para ajudar a descer o “negócio”. Eu havia pesquisado que poderia dar diarreia se tomasse muito cloreto de magnésio no mesmo dia, mas como meu intestino estava preso demais, seria ótimo soltar. Eu ainda não conseguia ir ao banheiro.

Conforme os dias passavam eu tinha que seguir em frente. Mesmo ainda sentindo fortes dores, precisava continuar seguindo. Nas horas de folga eu pesquisava sobre o assunto para obter mais conhecimento. Encontrei muitos grupos no Facebook que falavam de cloreto de magnésio. Me cadastrei em alguns e comecei a ouvir as histórias de mudanças e de grandes resultados.  Entretanto, um pensamento começou a surgiu: qual é a história do cloreto de magnésio?

Pesquisando mais um pouco eu descobri um homem chamado Padre Beno, que vivia no Brasil. Pelo que entendi ele foi um grande consumidor e usuário do cloreto de magnésio e divulgou seu uso para muitas pessoas. Padre Beno José Schorr estava vivendo uma condição terrível no ano de 1973. Sua coluna apresentava bicos de papagaio que pressionavam os nervos e sentia fortes dores. Sentava-se para celebrar missas, dormia encolhido e procurava não reclamar. Sua vida mudou totalmente após participar do Encontro dos Jesuítas Cientistas, em Porto Alegre. Ganhou um livreto de presente do Padre Suarez naquele dia. Foi o livreto que mudou sua vida. Tratava sobre os benefícios do magnésio escrito por um padre espanhol Ignácio Puig, que o publicou em 1958 na Revista Ibérica.

cloreto de magnesio dor

Capa do artigo publicado na Revista Ibérica em 1958

O livro falava sobre as diversos usos do cloreto de magnésio e o que faz no corpo da pessoa (melhora a condição dos ossos, das articulações, não deixa fazer calcificações, etc).

Aos 61 anos de idade, Padre Beno tomou o sal por 10 meses diluído em água e tornou-se um novo homem. Sua qualidade de vida voltou e sua saúde também. Ficava em pé, sentava, deitava e viveu com agilidade e bem-estar até os 93 anos de idade. Dizem que morreu com mais de 93 anos, em 2005, quando se afogou.

Fiquei intrigado em saber onde está o cloreto de magnésio em nosso corpo e descobri o seguinte:  Nosso corpo tem cerca de 25 gramas de cloreto de magnésio. São distribuídos assim:  ossos: 1 g/kg; músculos: 215 mg/kg; rins: 207 mg/kg; coração: 175 mg/kg; baço: 142 mg/kg; cérebro: 140 mg/kg; testículos: 95 mg/kg; pulmões: 74 mg/kg

Fiquei admirado em ver que meu corpo precisa do cloreto de magnésio em muitos lugares. Por isso, senti tantas dores musculares e há alguns anos eu tinha bico de papagaio na coluna. Tudo isso aconteceu por falta do cloreto de magnésio e de outros nutrientes (minerais como zinco, selênio, cálcio, vitaminas, proteínas). Que coisa espetacular é a natureza. Por ser advogado, gosto muito de pesquisas e adoro leituras. Leio de tudo um pouco e após minhas dores extremas passei a ler muitas coisas sobre saúde.

 

Mas, por que o cloreto de magnésio é tão espetacular?

O “pulo do gato” veio quando me voltei para os livros de química. Foi então que descobri que o segredo do magnésio está em sua composição química.

cloreto de magnesio atomo

Veja que tem duas bolinhas no último círculo

 

Tudo que existe na natureza é um átomo (plantas, animais, pedras, homens, minerais, etc). Dessa forma, o magnésio também é constituído de átomos e a ciência descobriu que esse átomo possui dois elétrons na última camada de valência.

cloreto de magnesio tabela periodica

Um metal terroso (está na terra) alcalino que possui 12 elétrons (veja o número 12 acima) e peso molecular de 24.305. Os elementos que recebem o nome de metais alcalinoterrosos são aqueles que pertencem à família 2 ou IIA, da Tabela Periódica.

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Eu havia estudo química há muitos anos. Nasci em 1967 e estudei química até os anos 80. Depois nunca mais vi isso. Portanto, foi uma grande surpresa olhar para os elétrons, o campo de energia e rever tudo de novo. Mas, o que tem isso a ver comigo e as minhas dores?

mineral magnesio cloreto de magnesio

Fui perguntar isso para uma grande amiga minha Lara, professora de química e me explicou o seguinte:

– Tom – disse ela – O Magnésio é considerado um doador universal de energia. Ou seja, ele tem os dois elétrons na última camada de valência (o último círculo que você vê na imagem acima)  e, por isso, ele os empresta  para quem precisa. Sempre que se encontrar com um outro produto químico ou uma reação química será um doador universal. No mundo da química os elementos fazem trocas iônicas (recebendo ou perdendo elétrons). Dessa forma, eles se estabilizam e formam um novo campo de energia.

– Mas, por que ele faz isso? Perguntei para Lara.

– A natureza o fez dessa forma. Para equilibrar seu campo de energia ele empresta os dois elétrons para quem precisa, para encontrar seu próprio EQUILÍBRIO. É a teoria do “é dando que se recebe”. Ao emprestar para os outros ele também organiza as moléculas dos outros. Ele atrai moléculas de água, liga-se a proteínas, aminoácidos, oxigênio e outros elementos.

– Uau eu não sabia de nada disso – Eu disse com ar de espanto, olhando para Lara.

– Eu li em algum lugar – comentei com Lara – que o magnésio contribui com mais de 350 reações químicas em nosso corpo e que está no interior das células. Nossa vida é pura química? – Perguntei.

– Sim- respondeu Lara – A própria fecundação é pura química e física. Depois que o espermatozoide se encontra com o óvulo acontece química e física em todos os segundos. Para que isso ocorra é preciso ter magnésio e muito mais. Ele é o autor da vida. O maestro supremo da orquestra. Não trabalha sozinho, mas é o maestro.

– Por isso somos tão complexos? Perguntei.

-Exatamente – riu Lara – A complexidade da célula humana é algo extraordinário. Temos uma muralha chamada de membrana celular. Bruce Lipton descobriu que o cérebro da célula humana é a membrana celular (e não o DNA), como nos ensinaram até os anos 80. A muralha separa o mundo exterior do mundo interior. O mundo exterior é o sangue, o mundo interior é composto de setores que executam tarefas e completam atividades.

cloreto de magnesio celula

– Espera aí, você está me dizendo que eu tenho trilhões de células e trilhões de muralhas? – Falei rindo

– Isso mesmo. Tudo que comemos, ouvimos, vemos, tocamos e cheiramos torna-se um sinal que vai entrar na muralha (na membrana celular). O sinal vai entrar e vai provocar uma reação química no interior da célula. São muitos os sinais e muitas as atividades a serem realizadas. Para comer, dormir, digerir, piscar, andar, falar, evacuar, urinar, ver, ouvir, digitar, ler, enfim para ação que executamos existe um setor trabalhando. Viu a imensidão que isso significa? O magnésio é o metal que fornece energia para tudo isso acontecer. –  Arregalou os olhos e me fitou seriamente.

– Tudo se converte em sinal então? Por exemplo – gesticulei com as mãos – eu como um pão com leite e isso deixa de ser comida e vai ser um sinal? – perguntei.

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– Tudo que acontece com a gente vai virar um sinal. Está aí o grande dilema atual. Qual sinal você está colocando em você? Esse sinal está sendo adequadamente usado para cumprir tarefas no interior da sua célula? Sinal correto – tarefa correta. Sinal errado – tarefa errada. Até mesmo as ondas dos celulares, principalmente a 5G é muito maléfica para nossa célula. Onde entra o magnésio nessa história Tom Lopes? – Perguntou-me Lara.

– Pelo que entendi a gente toma magnésio, mas após entrar na nossa boca ele vai virar um sinal. Correto? Ele é um sinal correto para executar mais de 350 tarefas químicas. Sendo um grande realizador de tarefas. Aprendi direito? – Abri um sorriso e dei uma piscada para Lara.

– Exatamente isso. Agora advinha se ingerimos magnésio para executar todas essas funções? Nos ensinam a tomar até 300 miligramas de magnésio por dia. Mas, estamos tão escassos que a literatura fala de até 500 a 800 mg por dia, de uso do cloreto de magnésio. Só não pode usar quem tem insuficiência renal (os rins não funcionam mais), pois o excesso de magnésio é eliminado na urina. – Afirmou Lara.

-Quando ingerido – Continuou Lara –  é absorvido no intestino e enviado através da corrente sanguínea para seus tecidos alvos, promovendo um conjunto de benefícios que hoje são demonstrados pela literatura científica, como auxiliar no controle de hipertensão, insuficiência cardíaca, AVC, enxaquecas e outros”, afirma.

– Lara quero agradecer sua gentileza em atender – Me despedi com um forte abraço de agradecimento.

Já na rua muitos pensamentos estavam em minha cabeça. Vivemos num planeta que tem muita água, mas que também muitas montanhas e vulcões. O magnésio não está isolado, ele está sempre com outros metais: Magnesita, dolomita, etc na terra, nas montanhas.

Seu nome vem justamente de Magnésia. Está situada na Grécia na região da Tessália. O grego antigo significa “lugar de pedras mágicas que se atraem”. Atrair e fornecer energia é o grande sucesso do magnésio. Vulcão e solo também tem algo a ver com magnésio.

Decidi então, telefonar para um amigo agrônomo, pois queria mais informações.

– Vicente, tudo bem? – Perguntei logo que ele atendeu. – Estou precisando de algumas informações. Você pode me passar?

– Claro. Está precisando do quê? – falou Vicente.

– Vicente é verdade que estamos sem magnésio em nosso solo? Você pode me explicar? – Perguntei curioso.

-Sim é verdade – Falou Vicente – Desde os anos de 1950 não temos colocado magnésio no solo. Os fertilizantes mais comuns são fósforo, potássio, nitrogênio. Portanto, nossa comida está bem pobre no mineral magnésio – Falou Vicente.

– Então quer dizer, que se a comida está pobre em magnésio estarei em sérios apuros, pois, vai me faltar esse nutriente tão importante? – Perguntei.

-Exatamente – falou Vicente.

– Por isso é tão importante usar os suplementos. Entendi tudo agora – falando baixinho.

– Tom não entendi, você falou baixo demais – Vicente riu do meu sussurro.

-Valeu Vicente. Muito obrigado pelas informações.

Portanto,  nosso alimento não está nos nutrindo e estamos ficando sem possibilidade de fazer reações químicas. Olha que são mais de 350 atividades que o magnésio faz em nosso corpo. Se os refinados não possuem minerais nossa situação está pior ainda (farinha branca e açúcar branco não possui minerais). Beleza. Fechou minhas reflexões.

Um belo dia eu fiquei sabendo que poderia fazer o magnésio em spray numa farmácia de manipulação. Não pensei duas vezes. Encomendei o meu. Achei aquilo o máximo, pois além de beber eu poderia passar na pele e repor muito mais magnésio.

Em seu livro Mark Sircus, um americano que trata do magnésio transdérmico, fala muito sobre a reposição de magnésio pela pele. Além de ter feito muitas pesquisas sobre o desenvolvimento da suplementação do magnésio. Minha jornada ainda é longa, mas sei que estou no caminho certo. Hoje eu me sinto cheio de energia, bem-estar e zero dores.

 

Aprendi que é impossível eu trocar as células que morrem, enfrentar os invasores (vírus, bactérias, etc), falar, comer, andar de bicicleta, dormir bem, trabalhar, atender meus clientes, fazer sexo SEM ter magnésio em meu corpo. Minhas trilhões de células precisam dele e dos demais minerais (zinco, cobre, etc) para fazer tudo funcionar. Se eu investir em vitaminas adequadas, tomar sol, tomar os minerais e comer boas fontes de proteínas, comer verduras e legumes, beber água de boa qualidade, fazer exercícios e comer baixo carboidrato tudo funcionará muito bem em meu corpo. Todos os meus órgãos internos estarão prontos para fazer suas funções.

Meus estudos sobre o magnésio e os demais nutrientes fez uma revolução em minha vida.  Eu pude compreender que precisava mudar radicalmente de vida e tomei uma decisão radical: mudar de São Paulo e ir morar numa praia. Vou contar essa história para você agora.

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Como foi que consegui ser um ex-advogado e um ex-estressado?

Olho para o horizonte e vejo uma gaivota solitária a voar livremente. O dia está irradiando um sol ameno e nesta hora da manhã me sinto muito bem. Conforme caminho, minhas pegadas vão marcando a areia da praia e olho para trás achando graça do que vejo. Parece que nossa vida é feita também dessa forma, construindo e apagando.

Estar nessa praia, caminhando nessa areia quente é algo sublime. A criação me fascina e o mar também. Por isso, vim morar aqui. Eu vivia na cidade de São Paulo e trabalhava num escritório, como advogado. Enfrentava a loucura da cidade grande. Carros, poluição, uma vida agitada, sempre comendo com pressa e dormindo mal. Sabe o que fiz? Chutei o pau da barraca, como dizem, e mudei radicalmente de vida.

Decidi fazer um curso de instrutor de mergulho e me mudei para o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Eu “estou” um novo homem, levando uma vida simples e longe daquele estresse maluco de São Paulo (sei que muitos amam a vida paulistana). Toda essa mudança tem a ver com o cloreto de magnésio também.

A praia e o mar me fizeram ver um novo mundo

A vida no oceano é algo esplendido. Tem tanta vida aqui que até hoje o homem descobre coisas novas desse mundo fantástico. Você adoraria mergulhar comigo em Fernando de Noronha. Lá, no barco quando tudo está preparado você se senta e se joga no mar. Uma nova jornada se inicia em sua vida e isso vai mudar você. É aqui no mar que a vida começou há bilhões de anos. Aqui tem magnésio, cálcio e muitos outros minerais. A primeira célula, a célula primitiva saiu daqui. Num tempo em que não se havia poluição nos mares. Somente microelementos dando o ar da graça. É assim que algas foram construindo seu mundo com cálcio, magnésio e demais minerais. Bom, como sobrevivo aqui?

 

Hoje é o dia de Elizabeth

Sobrevivo dos turistas que me contratam para eu mostrar esse mundo maravilhoso. Hoje é o dia de Elizabeth. Uma turista da cidade de Cuiabá. Nós começamos a descer fazendo movimentos gentis com as nadadeiras. Começo a perceber que a alegria toma conta de Elizabeth. As bolhas de ar vão subindo lentamente e recifes vão mostrando um mundo escondido. Peixes. Lindos peixes chamam nossa atenção e nos fazem companhia. Cada um com suas cores exuberantes.

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Muitas algas marinhas são remexidas num movimento de ida e volta, conforme recebem o bater das águas. Então, vemos algas verdes e também algas vermelhas. Outras estão calcificadas (olha o cálcio e outros minerais de novo). Algumas são chamadas de Lithothamniun Calcareum. Verdes, vermelhas ou endurecidas (calcificadas), as algas marinhas são um excelente alimento para humanos, para peixes e outros seres marinhos. São muito ricas em micronutrientes, especialmente em minerais. A alga Lithothamniun Calcareum contém mais de 70 minerais. Por isso o cálcio que vem das algas é tão rico em energia.

cloreto de magnesio lithotanium calcareum

 

A vida começou nos oceanos

A vida no planeta Terra se desenvolveu nos oceanos por conta das riquezas de minerais. Você sabe que a água do mar é salgada? De onde vem o sal que você come? Do oceano, do mar. Veja como está dividido os minerais no mar: Cloro 55%, sódio 31% (sal que você come), sulfato 7,7%, magnésio 3,7%, cálcio do mar 1,2%, potássio 1,1%, bicarbonato 0,3% e outros 0,29%. Por isso, a água é tão salgada por aqui. Vamos pensar: se a primeira célula nasceu aqui no oceano ela se alimentou do que tinha aqui. A vida evoluiu nessas águas profundas.

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Voltando ao meu mergulho com a Elizabeth. Mergulhamos mais um pouco e ela vê algo que chama a sua atenção: um tubarão. Seus olhos se arregalam e ela me aponta o dedo em direção ao tubarão. Faço sinal de positivo e aceno com concordância. Eu já havia dito para não se apavorar, caso encontrássemos um tubarão. Eu não tinha essa calma diante dos “tubarões” da vida.

 

Eu estava com meu aquário morrendo

Nem sempre minha vida tinha essa serenidade. Lá no escritório eu usava gravata e o que mais via era gente cansada e mal-humorada. Eu não aguentava mais aquilo. Acabei ficando doente com muitos problemas no estômago e tomando remédios para dormir. Aqui eu durmo como um anjo e recuperei minha saúde. Diante da calma aqui embaixo e o que aprendi com a vida marinha, eu me tornei uma outra pessoa. Um novo Tom. O tom da cor do mar.

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Olho para Elizabeth e fico me perguntando como será sua vida. Nem sempre os turistas me contam sobre suas vidas, mas muitos me perguntam sobre a minha. Aquela mulher de cabelos grisalhos, aparentava uns 45 anos. Havia me dito que tinha um sonho: mergulhar no oceano. Como era sua primeira vez eu senti sua empolgação. Aquele tubarão que cruzou nosso caminho me levou a pensar sobre a evolução da vida.

Eu, a turista e o tubarão. Todos somos originários do mesmo lugar. Essas células fantásticas que evoluíram mais que bactérias e vírus. Por incrível que pareça, no oceano os microelementos (também chamados de oligoelementos) fizeram a função de oferecer cátions (ou íons) para a execução de tarefas na membrana celular ou no interior da célula. Precisamos um pouco de cada mineral em nosso corpo, fazendo as tarefas que eu já mencionei antes.

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Eu, Tom e Elizabeth e tudo que há surgiu aqui. Tudo o que existe, dos peixes primitivos até nossas trilhões de células, do Homo Sapiens atual, surgiram desse lugar e se desenvolveram posteriormente na terra firme. Aquelas algas calcificadas, vermelhas ou verdes, a composição da água, a alimentação rica em proteínas e gorduras, foi o grande motor da evolução das espécies. Está aqui, no oceano, o segredo da vida longa.

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Fonte: Revista Super Interessante. Edição 382. Novembro de 2017. Editora Abril Cultural, pgs 16-19

Da água para a terra. Foi assim que tudo surgiu. Mas, como eu acabei pirando em São Paulo? Vida longa eu queria ter longe de São Paulo

Quando havia um feriado prolongado ou férias eu colocava a mala no carro e me mandava para a praia de Ubatuba, litoral paulistano. A pressão na minha cabeça era tanta que somente a caminhada na praia, um mergulho no mar, o nascer e o pôr-do-sol seriam capazes de me mostrar que havia uma solução para meu estresse. Eu voltava renovado para São Paulo, até ficar umas 6 horas no retorno para casa, no trânsito. Aí meu estresse voltava com tudo e a vida começava na manhã seguinte. Junto com meu estresse vinha minha dor de cabeça, minha acidez no estômago e minhas insônias. Eu precisava acreditar numa nova vida.

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A nova vida estava aqui no oceano. Mas, voltando ao mergulho, mostro algas verdes para Elizabeth. O próximo Sushi que ela comer vai se lembrar desse mergulho. As algas são verduras do mar. Mas, qual a diferença entre uma verdura do mar (algas) e uma verdura da terra (alface, rúcula, etc)? Já pensou nisso?

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Mostrar para Elizabeth as algas era importante, pois meu negócio incluía a experiência do mergulho e um jantar exclusivo, feito por mim mesmo, em meu bangalô.  Quando deixei a advocacia em São Paulo foi de forma planejada. Eu abri o negócio em Fernando de Noronha, pensando num projeto de educação ambiental e de qualidade de vida. Por isso, esse projeto consiste em vivências com o mergulho e vivências da gastronomia local, com muita conversa sobre o meio ambiente.

Bom, nossa experiência com o mergulho está concluída. Hora de voltarmos. Faço, então, sinal para que Elizabeth me acompanhe lentamente. A subida precisa ser bem lenta. Deixamos para trás o cálcio, o magnésio e muitos outros minerais que fizeram evolução da vida no planeta Terra.

O sol bate em nosso rosto e os sentimentos são de muita felicidade

Os raios solares nos atingem e tudo que vimos está gravado em nossas emoções. É impossível esquecer os peixes, os corais, as algas, a água, a conexão e a paz. Chegamos ao barco e já dentro dele retiramos nossos equipamentos. Ouço de Elizabeth:

-Tom, eu nunca mais esquecerei esse dia – Me disse Elizabeth com um sorriso e olhar de extrema felicidade e contentamento. – Nossas origens estão aqui nos oceanos. Eu nunca imaginei que houvesse tamanha riqueza de nutrientes e variedades de espécies. É por isso que crescemos em líquido amniótico na barriga de nossa mãe e aqueles que nascem em banheiras, já nascem tão familiarizados com a água – Disse ela rindo.

Olhei para ela e também senti uma completa realização. Respondi com um sorriso e um aceno de cabeça. Elizabeth falou:

– Eu escolhi Fernando de Noronha por sua fama e pela natureza que possui. Mas, ter escolhido você como instrutor foi um grande presente. Seu trabalho como educador vai além do simples mergulho. Tudo que você me explicou antes de mergulharmos, as questões ambientais, a poluição, a importância dos oceanos fez a minha experiência na água muito mais especial e reflexiva. Eu apreendi sobre mim mesma e minha conexão com esse planeta. Muito obrigada – Me disse sorrindo e me abraçou.

No barco ficamos em silêncio. O vento sacudia nossos cabelos e sentíamos a leveza da vida. Quando descemos do barco eu me sentia realizado, por mais uma etapa concluída.

– Essa é a minha missão – Falei para Elizabeth – Espero por você em meu bangalô às vinte horas. Foi uma experiência incrível e você foi uma excelente aluna. Parabéns!

Retirei meus óculos de sol e a beijei em seu rosto, como forma de agradecimento. Ela respondeu:

– Certo. Conforme combinamos estarei lá para provar o peixe que escolhi – respondeu Elizabeth.

Quando o cliente me contrata, sempre com certa antecipação, ele já definiu qual será o prato principal para o jantar. Dessa vez, Elizabeth escolheu um peixe.

O jantar nos espera

Peguei minha bicicleta e fui para casa. Já passava das 16 horas e precisava preparar o jantar. Você pode estar pensando se eu realmente sei cozinhar. Quando me mudei para cá eu também tomei a decisão de aprender a fazer pratos da vida marinha. Não foi tão difícil porque já tinha uma queda por gastronomia. Olhei no relógio e já era 20:00. A mesa estava posta e ouvi meu nome na porta. Escutei a voz da Elizabeth:

– Olá, que cheiro bom.

Eu disse para ela:

– Vamos entrando.

– Que lugar aconchegante. Parabéns. Gostei muito – Me disse Elizabeth.

Acompanhei seu olhar em direção às paredes e móveis. Tudo muito rústico, claro.

– É impressionante que tenha mudado radicalmente de vida. Poucas pessoas possuem essa coragem – Falou Elizabeth com um leve sorriso de aprovação e me abraçou.

– Sente-se, vamos comer – Falei, puxando a cadeira para ela sentar-se.

-Você tem mais qualidade de vida morando aqui, não é mesmo? – Me perguntou ao provar o peixe que fiz – Nossa que delícia esse peixe – Fez esse comentário após fechar seus olhos e saboreá-lo.

cloreto de magnesio salmao

– Aprendi que encontramos no mar muitos alimentos incríveis e super alimentos. Por exemplo, lembra-se das algas? – Perguntei a ela.

– Então quer dizer que os peixes que vimos se alimentam daquilo das algas e, portanto, comem esses minerais, cálcio, magnésio, zinco e muito mais? Que coisa incrível? – Falou Elizabeth acenando a cabeça.

– Nosso corpo – continuei – precisa de muitos minerais em pequena escala, mas que fazem uma diferença enorme para saúde. Infelizmente, farinhas brancas, açúcar, frituras, churrasco, refrigerantes e bebidas alcoólicas não possuem esses nutrientes. Nossos solos estão pobres em minerais, inclusive de magnésio e cálcio.

Nossa comida não está tendo nutrientes?

– Mas, não comemos o suficiente para termos saúde? É por isso que estamos ficando com tantas doenças? – Elizabeth falou e franziu a testa:

– Veja Elizabeth – respirei fundo para responder – O que colocamos no prato não está suprindo nossas células, principalmente se for com agrotóxicos. Dentro da célula ocorre uma infinidade de reações químicas, feitas pelas proteínas, que precisam dos minerais, principalmente cálcio, magnésio, zinco, selênio e enxofre. Por isso, os minerais são tão importantes. Uma das formas de garantir ossos inteiros, dentes fortes, coração batendo correto, força, agilidade, bom sono, boa digestão é ingerindo bons suplementos.

– Realmente, continuou ela, assim nós teremos mais saúde, bem-estar e qualidade de vida. Não há espaço para remédios – Disse rindo. – Onde encontro em minha cidade? – Perguntou.

– Existem muitos produtos e você precisa olhar os rótulos atentamente. Sempre antes de comprar faça uma pesquisa sobre os elementos que contêm e as dosagens. Peça referências – Respondi para Elizabeth

-Um brinde a nossa saúde – Falei com um largo sorriso em minha boca.

Estendemos nossas mãos e um tilintar suave nas taças de vinho ecoou em nossos ouvidos. Nosso jantar prosseguiu com uma conversa amena sobre assuntos diversos e já era próximo das 22:00. Chegava a hora de nos despedirmos. Elizabeth olhou em meus olhos e disse:

– Quero agradecer por essa experiência incrível. Aprendi mais do que podia imaginar. Levo comigo um olhar diferente para cada árvore, para cada flor. Cada passo que eu der na areia será marcado pelo agradecimento. Com certeza vão usar os suplementos de magnésio, principalmente. Quero viver como os peixes que conheci, aqui em Fernando de Noronha – Disse, rindo alto.

Chegamos ao portão, nos abraçamos e a vi caminhar a passos lentos em direção ao hotel. Mais uma cliente satisfeita, mais uma aluna, uma amiga e uma pessoa para fazer parte do grupo que ama esse planeta Terra e quer fazer dele nosso lar, por muito tempo.

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Magnésio Dimalato Puro  Marca Nutramagic

550 mg – 60 cápsulas (magnésio e ácido málico)

Uso adulto. Ingerir 2 cápsulas ao dia. Não deve ser ingerido por pessoas com problemas renais.

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Lembra que mencionei o Cloreto de Magnésio em Spray (conhecido como óleo de magnésio)? Olha ele aí para você comprar com exclusividade. Só pode ser vendido com seu nome na etiqueta. Faça sua encomenda. Em vidro âmbar de 150 ml.

Somente sob encomenda. Constará seu nome na etiqueta. Elaborado por farmácia de manipulação com referência.

Não deve ser usado por pessoas com problemas renais.

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Mais informações sobre o óleo de magnésio confira neste post. Clique aqui

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Personal Will Neves e Natália Rossi fazem uso do magnésio para garantir músculos, ossos, coração, sistema imunológico sadios.

MAGNÉSIO – O SAL DA VIDA?

SEM MAGNÉSIO NOSSAS CÉLULAS E NOSSO CORPO ENTRAM EM DECADÊNCIA

Por isso, no século XX e XXI ficamos tão frágeis e expostos a invasão de vírus e bactérias. Eles não mudaram seu padrão de nutrição, mas o homem sim, ao ingerir alimentos pobres em magnésio e outros nutrientes, essenciais para diversos sistemas, inclusive o imunológico. O magnésio é importante para a vida animal e vegetal. Está na clorofila e processa a fotossíntese das plantas. É um elemento químico essencial para o homem. Realiza mais de 300 funções na célula humana. Nossos ossos contêm sua maior parte. Muitas coenzimas (digestão, metabolização, transporte nutrientes, etc) dependem de seus íons para serem executadas, inclusive reações que precisam de ATP (fornecimento de energia). Para repor novas células o íon de magnésio tem uma função essencial no núcleo de cada célula: garantir a síntese de DNA e RNA, atuando no crescimento e reprodução da célula humana, ao lado de outros minerais como zinco, cobre e cálcio (parceiros do magnésio para ativar funções) e de vitaminas como D3 e K2.

Qual a história do cloreto de magnésio? Sua divulgação começou após 1914

1)- Dr. e Professor Francês Peter Delbet

Foi o 1o. médico a usar o cloreto de magnésio em humanos. Em 1914 atendeu os soldados doentes num hospital francês, na 1a. Guerra mundial. Compreendeu que o sistema imunológico conseguia ter mais resultados com o uso do magnésio e viu isso em sua prática médica com os soldados e no enfrentamento das infecções (aumentava a atividade dos leucócitos e fagocitose). Relatou os resultados e divulgou a outros médicos.

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2)- Puig, Ignácio

Virtudes curativas del magnesio

Espanha: Revista Iberica, 1958

Padre Ignácio apresentou dez artigos de Padre Francisco Manzanal sobre os resultados alcançados com o uso do cloreto de magnésio, por diversas pessoas, em meados de 1955. Além de mencionar os tratamentos feitos pelo médico francês Peter Delbet em 1914, no tratamento aos soldados da 1a. Guerra Mundial. As terras agrícolas também receberam tratamento de magnésio, juntamente com os animais das fazendas. Os resultados foram surpreendentes naquele período.

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3)- Bergasa, Ana Maria Lajusticia

El Magnesio

Barcelona: Plaza & Janes S.A. 1a. edição, 1979

Ana Maria estava travada na cama sem poder andar. Chegou às suas mãos o livreto de Ignácio Puig falando sobre as Virtudes Curativas do Magnésio. Começou a usar o cloreto de magnésio, voltou a movimentar-se tornou-se a maior conhecedora do assunto na Espanha. Está com mais de 90 anos.

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4)- Padre Beno Schorr, no Brasil, em 1973, também estava sem andar. Um outro padre lhe entregou o livreto de Ignácio Puig falando sobre as Virtudes Curativas do Magnésio. Começou a usar o cloreto de magnésio e tornou-se o maior divulgador do uso do cloreto de magnésio no Brasil. Faleceu com mais de 90 anos de idade.

5)- Spitzner, Reinaldo

O magnésio na saúde

Curitiba: Champanhat, 1996

Reinaldo Spitzner foi a Paris em 1977 e conheceu as obras do Dr. Professor Peter Delbet. Ao retornar ao Brasil iniciou os estudos sobre o magnésio. Como engenheiro químico acompanhou a elaboração de um cloreto de magnésio no laboratório da empresa em que trabalhava. Em seu livro apresentou os índices de magnésio no solo do Paraná e diversas pesquisas com o uso de magnésio para qualidade de vida e bem estar.

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6)- Dr. Luis Moura no Brasil, em 1980 foi um dos grandes defensores do uso do magnésio para manter a saúde e o corpo em funcionamento.

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7)- Velloso, Arnaldo
Magnésio. O que ele pode fazer por você
Brasilia. 2a. edição: 2019

Dr. Arnaldo Velloso é medico ortomolecular. Nos anos de 1980 esteve na Alemanha e participou de um evento sobre o magnésio. Foi então que tornou-se um estudioso e divulgador do tema no Brasil.

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8)- Perez-Albela, José Luis

El magnifico magnesio. El mineral inteligente

Peru: Editora Instituto Bien de Salud, 2016

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Dr. Perez-Albela é um médico peruano e o maior divulgador do uso do magnésio no Peru. Sabe da importância desse mineral para a vida humana e trata seus pacientes com o mesmo.

9)- Sircus, Mark

A terapia do magnésio transdérmico

Belo Horizonte: Editora Laszlo, 2017

Divulgador do magnésio na pele nos EUA e também no Brasil. Terapeuta trata da importância do magnésio na vida e nas células.

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10)- Dean, Carolyn

The Magnesium Miracle

EUA, 2014

Divulgadora do magnésio nos EUA

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Dra. Carolyn Dean reside nos Estados Unidos e possui um extenso trabalho sobre a divulgação e uso do magnésio. Existem muitos profissionais que compreendem o poder da nutrição para a vida humana e indicam, aos seus pacientes, a suplementação dos minerais e vitaminas.

 

Esses e outros estudiosos nos ensinam que o mineral, sal da vida,  chamado MAGNÉSIO quase não está mais presente nos alimentos (bem como cobre, zinco, etc). Por isso, sua suplementação é de suma importância.

 

 Gosto muito da explicação sobre o magnésio contido na Wikipédia. Vem comigo nessa leitura.

Um forte abraço e até uma próxima oportunidade de seu amigo TOM LOPES. Venha conhecer o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco.

 

 

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